Seguradora Empréstimo Pessoal Bradesco governo seguros mercado bancários
EMPRÉSTIMO PESSOAL- CENTRAL
DO EMPRÉSTIMO Consignado (11)4115-3984/4115-3978
e para crédito pessoal ligue (11)2208-0628
EMPRÉSTIMO,FINANCIAMENTOS,SEGUROS
Seguradora
de banco deverá ir à bolsa
Especialistas de mercado projetam
a realização de Ofertas Públicas Iniciais de Ações (IPO, na sigla em inglês) das
seguradoras de grandes bancos nacionais, como Bradesco e Itaú, para antes do
grau de investimento nacional, esperado para o segundo semestre de 2008. Com a
captação em Bolsa, as seguradoras dos bancos deverão obter valores entre R$ 3,5
bilhões e R$ 4 bilhões, dizem os analistas.
Há duas questões estimulando as ofertas de ações das seguradoras: a primeira
seria a ampliação da concorrência desse segmento através de novas seguradoras
entrando ao mercado nacional e dispostas a realizar processos intensivos de
fusões e aquisições. Através do IPO, as seguradoras dos bancos estariam mais
preparadas para enfrentar o capital trazido por empresas estrangeiras do
segmento. O segundo ponto é a continuidade da queda da taxa Selic que estaria
exigindo uma maior segmentação por parte dos conglomerados bancários, que teriam
de investir em ramificações de suas operações como o mercado de seguros, que tem
crescido no Brasil a medida em que a economia apresenta índices mais positivos.
A importância das seguradoras nos ativos totais dos bancos fica evidente ao se
comparar os rankings de ativos com e sem operações de seguros e previdência.
De acordo com dados do Banco Central, o ranking nacional de ativos totais dos
bancos sem essas operações - referente a valores consolidados até junho deste
ano - é liderado pelo Banco do Brasil com R$ 332,9 bilhões. Em segundo lugar
está o Itaú com R$ 248 bilhões, seguido pela Caixa Econômica Federal (CEF), com
R$ 237 bilhões. O Bradesco vem em quarto lugar com R$ 236,7 bilhões. De acordo
com os balanços dos bancos, se forem incluídos ativos dos negócios com
seguradoras e da previdência, o Banco do Brasil continua em primeiro lugar por
ativos totais, com R$ 340 bilhões, mas o Bradesco passa para segundo lugar, com
R$ 290,6 bilhões e o Itaú para terceiro, com R$ 255,4 bilhões de ativos totais.
A Caixa Seguros é uma empresa independente da Caixa Econômica Federal e por isso
os ativos totais da Caixa manteriam-se com os R$ 237 bilhões, o que a deixaria
em quarto lugar nesse ranking. "O Bradesco já fez uma cisão e criou a Bradespar.
Ele deverá fazer o IPO da seguradora também em breve pois esta tem uma
participação grande no lucro total - cerca de 33%. O Itaú deverá seguir pelo
mesmo caminho e captar através de IPO da sua seguradora", diz Cláudio Gonçalves,
especialista em finanças de empresas e mercado de capitais e membro da
Associação dos analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais
de São Paulo (Apimec-SP).
Ele explica que o governo tem caminhado para tentar desregulamentar o mercado de
seguros, o que atrairia outras seguradoras e ampliaria a concorrência. "A
desregulamentação tem que passar pelo senado e pelo congresso e deve sair dentro
de quatro ou cinco anos. A legislação atual não permite que outras seguradoras
entrem no Brasil".
Gonçalves explica que os bancos estão bem capitalizados nesse segmento, que
ainda tem muito espaço para crescer dentro do mercado de capitais. "Se o cenário
macroeconômico continuar indo bem até mesmo bancos médios poderão abrir capital
de seguradoras", diz.
O advogado Alexandre Tadeu Navarro, especialista no mercado de capitais, explica
que quanto mais a economia se fortalece maior é o investimento em seguros. "O
mercado de seguros tem se desenvolvido muito no Brasil. A capitalização através
do IPO é uma forma de se conseguir uma posição mais forte para enfrentar a
chegada das grandes do mundo". Segundo estudo da Economática, o setor de seguros
presente na Bolsa somou lucro líquido de R$ 227 milhões no primeiro semestre de
2007, participando com 0,4% do lucro líquido total das empresas nacionais, que
foi de R$ 64,6 bilhões. Ao mesmo tempo, o setor bancário apresenta o maior lucro
líquido do País, com R$ 14,5 bilhões no semestre, representando 22,5% do total.
As empresas de seguro SulAmérica, Minas Brasil e Marítima estão com pedido de
abertura de capital em análise pela CVM e a Unimed afirmou em entrevista ao DCI
que estuda a possibilidade de abrir capital. A Porto Seguro captou ao todo R$
377 milhões com sua abertura de capital, em novembro de 2004.
"A crise pela qual passou o mercado recentemente poderá até mesmo estimular o
processo de IPO das seguradoras de bancos, pois os investidores ficaram mais
atentos às aplicações em segmentos novos", diz o consultor de investimentos
Ricardo Borges.
Osvaldo do Nascimento
Especialistas de mercado projetam a realização de Ofertas Públicas Iniciais de
Ações (IPO, na sigla em inglês) das seguradoras de grandes bancos nacionais,
como Bradesco e Itaú, para antes do grau de investimento nacional, esperado para
o 2º semestre de 2008. Com a captação em Bolsa, as seguradoras dos bancos
deverão obter valores entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões, dizem os analistas.
Duas questões estão estimulando essas operações: a 1ª é a ampliação da
concorrência desse segmento, através de novas seguradoras entrando ao mercado
nacional e dispostas a realizar processos intensivos de fusões e aquisições. O
segundo ponto é que a continuidade da queda da taxa Selic estaria exigindo uma
maior segmentação por parte dos conglomerados bancários, que teriam de investir
em ramificações de suas operações no mercado de seguros.
"O Bradesco já fez uma cisão e criou a Bradespar, e deverá fazer o IPO da
seguradora em breve, pois esta tem uma participação grande no lucro total -
cerca de 33%. O Itaú deverá seguir pelo mesmo caminho", diz Cláudio Gonçalves,
especialista em finanças da Associação dos analistas e Profissionais de
Investimento do Mercado de Capitais de São Paulo (Apimec-SP). Para Osvaldo do
Nascimento, presidente da Itaú Seguros, a expectativa é de que no segundo
semestre haja o dobro do crescimento obtido no mesmo período de 2006.